
Aliás, este é o principal aspecto, ou seja, investir numa coisa com amplas perspectivas de bons resultados, no momento em que todas as demais concorrentes costumam puxar o freio de mão.
Assim como a Globo se deu muito bem em quebrar o que era uma tradição, programando o "Big Brother Brasil" para todo começo de temporada, no auge das férias de verão, a Record tem as melhores condições de fechar este ano com resultados que nem a sua direção imaginava.
Gostar ou não de reality shows é uma outra e complicada questão. Incontestável é que a televisão, nos dias atuais, não consegue viver sem eles.
"A Fazenda", do jeito que está aí, pode muito bem fazer a diferença.
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